Moradia João e Inês-Dafundo

O terreno localiza-se no Dafundo, numa encosta, usufruindo de uma vista frontal de 180º sobre a foz do Rio Tejo. 
A imagem proposta é contemporânea com recurso na fachada a painéis fenólicos, betão e amplas áreas envidraçadas abertas sobre a vista sobre o Rio Tejo.
A área de construção é de 1.700m2 e o terreno abrange dois lotes em ruas opostas de um quarteirão, desenvolvendo-se em dois Edificios em cada uma das ruas. Existe um desnivel de 10.40m entre as duas ruas.
A moradia principal desenvolve-se três pisos acima da cota da rua superior e o segundo edificio três pisos abaixo desta cota.
No piso térreo da moradia principal (que é a cobertura do Edifício na rua abaixo) desenvolve-se a piscina da moradia, de 11x5m, num terraço com 240m2, tendo vista de 180º do Tejo sobre os telhados dos prédios abaixo.
O programa da moradia é extenso. No piso térreo localizam-se as áreas sociais da moradia (salas, escritório e cozinha). Sobre este piso localizam-se os 3 quartos em suite, com áreas de 36m2, e a suite principal de 70m2.
No piso superior da moradia existe um ginásio e no terraço exterior de 160m2, uma segunda zona de lazer constituída por área de refeições com grelhador e uma piscina de 8x3m.
Abaixo do piso térreo localizam-se as áreas interiores de lazer da moradia constituída por adega, sala de jogos, cinema room, piscina interior com Spa e sala de estudos.
No Edifício da rua abaixo existem dois apartamentos T2 e uma garagem com 9 lugares de estacionamento.

Cliente:João e Inês Vaz Ano de projecto:2012 Fase: Estudo Prévio

Casa Miguel Antunes-Cabo Verde

O lote de terreno localiza-se em Cabo Verde na Cidade da Praia, tendo uma dimensão de 10x20m, o que mostrou ser um desafio para o programa pretendido pelo cliente.
O programa da moradia prevê que a zona social se localize no piso térreo, sendo constituída por sala, sala de jantar e cozinha. No exterior da moradia foi solicitado um espaço para parqueamento de uma viatura e um pequeno jardim no tardoz que surge na continuidade das salas.
No piso superior foram solicitados 3 quartos, sendo um deles uma suite com closet.
O lote dispõe de vista sobre o mar, pelo que o programa contempla ainda uma piscina na cobertura, com espaço para grelhados e ligação à cozinha do piso 0 por monta-pratos.
A Arquitectura da moradia segue linhas contemporâneas, recorrendo a grandes vãos envidraçados. A fachada principal da casa é marcada pelo revestimento da caixa de escadas, em ripado de madeira nórdica com diferentes profundidades, sendo pontualmente interrompido para permitir a entrada de luz no interior da caixa de escadas.
Os materiais de revestimento exterior escolhidos, madeira nórcida tratada e reboco pintado na cor branca reforçam a contemporaneidade da moradia. Estes materiais surgem também no interior, e são complementados por paredes e móveis de cozinha em madeira de Zebrano. O pavimento é em madeira envernizada.

Cliente:Miguel Antunes Ano de projecto:2012 Fase: Êm construção

Casa Camarão-Sintra

É vontade expressa do requerente a construção de um edifício habitacional unifamiliar em madeira, quer pela sua plasticidade e conforto térmico, quer pela sustentabilidade deste tipo de construções.

O desenvolvimento do projecto foi profundamente condicionado pela morfologia do terreno existente, uma vez que este possui uma acentuada inclinação orientada a sul. De modo a tirar partido da privilegiada exposição solar e da elevada qualidade paisagística da envolvente, optou-se por implantar o edifício na zona mais elevada do terreno, ou seja junto ao limite norte. Desenvolveu-se uma tipologia em L, por forma a criar um espaço exteriorde permanência, para fruição do património natural existente, orientado a sul.

 

Cliente: João Camarão Ano de projecto:2008 Fase: Construída

Edifício Habitacional-Constância

Inserido num loteamento recente na zona norte da localidade de Constância, o lote localiza-se numa zona de gaveto que faz a transição entre os lotes destinados a moradias e os lotes destinados a habitação colectiva. Desta forma, e face à topografia acentuada do lote pretende-se uma escala harmoniosa entre os edifícios que lhe são contíguos. Tal, é resolvido através da escavação parcial do terreno e o afastamento da construção ao limite aprovado no loteamento, permitindo que o edifício não se eleve demasiado face às cérceas das moradias contíguas e que tenha a leitura de menos um piso em relação aos edifícios de habitação colectiva criando um ponto charneira e de transição entre as duas escalas. O edifício é composto por três piso de habitação e um de estacionamento, sendo que, a partir do arruamento principal do loteamento apenas terá a leitura de dois pisos, e o seu tardoz terá a aparência de quatro pisos. Com um total de dez fogos divididos entre seis tipologias T3 e quatro T1, pretende-se que a relação entre o interior e o exterior das tipologias tenha um contacto mais directo com a sua envolvente através do recurso de vãos de sacada e de vãos de maior comprimento para que se consiga transmitir a ideia de amplitude espacial dentro de cada fogo.

Cliente: CASUR construções Ano de projecto:2008 Fase:Estudo prévio

Apartamento-Amadora

O apartamento localiza-se próximo do Centro da Amadora.
O Edifício é de 1958 e o apartamento distribui-se por dois pisos tendo um logradouro de 364m2 no tardoz ao nível do piso inferior.
Apesar de o interior estar bem conservado, o apartamento apresenta-se actualmente a necessitar de obras de renovação da sua imagem.
O apartamento terá uma tipologia T3 após a remodelação. O piso inferior será constituído pela zona social da casa, composta por cozinha e sala com ligação ao logradouro, instalação sanitária de apoio e um quarto. O piso superior receberá a zona privada da casa.

Cliente: António Dâmaso Ano de projecto:2011 Fase: Licenciamento

Edifício Habitacional-Torres Novas

Projecto: Em colaboração com o Arq. Vitor Santana

O terreno a implantar a construção faz o limite com o espaço público através de um contorno de muros e construções degradadas, sem qualquer valor que motive a recuperação, e o seu interior é composto por quintais e escombros resultado do colapso de construções.

A construção será implantada em ”L”, acompanhando o limite do terreno com o espaço público, formando um pátio interior com acesso directo a uma das ruas. O pátio ficará sensivelmente há mesma cota do comércio, e constitui uma forma de acesso a este o que, eventualmente, proporcionará um acréscimo da sua utilização evitando que resulte num mero espaço residual. Com o objectivo de harmonizar a nova construção com a volumetria e com as escalas dos edifícios vizinhos adoptou-se a solução de recuo dos pisos superiores. O edifício será constituído por quatro pisos acima do solo e um piso em cave. A cave contempla o estacionamento privativo, estando previsto 19 lugares, e 13 arrecadações, uma por fogo. O rés-do-chão, para além da entrada no edifício, será ocupado por um espaço comercial, com acessos directos a partir do exterior, e por uma habitação T4. Os outros pisos, 1.º, 2.º e 3.º andar serão ocupados com habitação, sendo 4 fogos por piso.

Em colaboração com o Arq. Vítor Santana.

Cliente: EIAL, lda. / Empre. Imob. do Almonda,Lda.     Ano de projecto: 2005     Fase: Obra concluída