Restaurante Terraço, Viana - Angola

O Restaurante Terraço em Viana é um dos principais restaurantes de Viana, sendo dos mais antigos. Este foi remodelado com o apoio da 4+ em 2011.

Em 2015 e num processo de expansão do grupo foi-nos pedido o estudo de fachada para o novo edifício que tinham em construção, que se distribui por três pisos. No rés do chão localiza-se a Pastelaria, no piso 1 o Restaurante e no piso 2 o Bar, com espaço de esplanada exterior.

A modelação da fachada apresentava algumas limitações/imposições dado que a estrutura de pilares e lajes já se encontrava executada.  

O revestimento proposto a Alucobond usa duas cores, branco e preto que criam contraste entre si. O preto funde-se com as montras e permite uma leitura dos pisos como um todo, reforçando-se desta forma uma leitura mais horizontal do edifício, baixando a sua percepção de altura. O sistema de portadas em madeira proposto permite criar sombreamento ao interior, e também um espaço exterior coberto com alguma privacidade.

Cliente: Animarket     Ano de Projecto: 2015     Fase: Estudo Prévio

Carnalentejana Campo Pequeno

O Restaurante Carnalentejana tem uma parceria directa com a Carnalentejana - associação de produtores alentejanos de carne, vinhos e enchidos, sendo esses produtos os confecionados e vendidos no Restaurante localizado na Praça de Touros do Campo Pequeno. Este desenvolve-se em dois pisos. No piso inferior localiza-se o Bar, a loja e uma das salas, com um carácter informal que inclui mesas de pé alto. No piso superior localizam-se as três salas, uma delas mais pequena e privada. A imagem segue um look industrial marcado pela presença de paredes acabadas a cimento e de pedra emparelhada das paredes originais da Praça de Touros. A madeira de pinho e as estantarias e expositores com acabamento enferrujado dão ao espaço temperatura, reforçada pelas mesas e cadeiras vintage e o banco em pele da sala maior.

Cliente: Cooking4U     Ano de Projecto: 2015     Fase: Construído

Luanda Grill - Angola

O Restaurante Luanda Grill localiza-se na Ilha de Luanda, Angola.

A fachada foi construída em 2012. Esta conta com um sistema de portadas eléctricas que deixou de funcionar. O interior também necessitava de uma renovação da sua imagem.

A proposta para a fachada é baseada num sistema de estores exteriores em lamelas metálicas orientáveis e recolhiveis de cor antracite. A marcação de lajes através da presença das caixas de estores dá ao edifício uma maior horizontalidade e realça a presença do tijolo burro de cor laranja existente.

No interior, o piso das carnes assume uma imagem branca, com um pavimento em madeira escura e fundo em vidro preto.

A sala VIP no piso superior terá uma garrafeira a servir de barreira visual em relação à sala, um candeeiro da Vibia sobre a mesa, pavimento em Bolon e painel MDF branco com padrão na parede.

Cliente: Animarket     Ano de Projecto: 2015     Fase: Estudo Prévio

Cooking School

COOKING SCHOOL

A cooking school irá ensinar a Turistas a gastronomia portuguesa com cursos para 12 pessoas por sessão. 

O layout proposto partiu de um programa definido pelo cliente que prevê um espaço para recepção dos Turistas no qual foi inserida uma banca para exposição de produtos, três ilhas para quatro pessoas que se desenham à volta dos pilares existentes, com apoio de lava-loiças na bancada lateral, uma mesa comunal na qual serão realizadas apresentações e também a degustação dos pratos confeccionados, um conjunto de armários verticais para armazenagem de produtos, uma copa e dois sanitários. 

O briefing previu ainda que a imagem do espaço trouxesse um cunho de Portugalidade, mas de uma forma subtil e moderna, proposta essa que foi transmitida para a parede de azulejos portugueses na entrada com o logotipo do espaço de modo a que está se constitua o espaço para a muito corrente selfie, a qual é uma forma de difundir a marca. 

O logotipo laranja influenciou parte da decoração e surge na parede junto à mesa comunal. Esta será o suporte para as fotografias tiradas com polaroid dos momentos passados na Cooking School e para a ementa diária. 

Cliente: Rebeldinossauro Lda     Ano de Projecto: 2017     Fase: Em construção

Restaurante Mar ao Carmo

O Restaurante Mar ao Carmo pertence ao Grupo Sacramento, fazendo parte de um conjunto de três Restaurantes junto ao Largo do Carmo: os Restaurantes Sacramento e Carmo.

O projecto procurou dar ao Espaço um ambiente acolhedor e quente. Esse ambiente quente foi obtido pelo picar das abóbadas existentes na sala principal, pondo a descoberto o tijolo burro no tecto. O tecto que desde que foi picado marcou logo o espaço, foi complementado com um ripado de madeira numa das paredes. Esta faz a interligação entre as salas e esconde uma sanca de luz. Na sala principal, na parede oposta foi proposto um banco corrido em capitonê e pele escura, que contrapõe a parede de madeira. O Bar ao fundo foi revestido a chapa antracite com efeito forja. O logótipo surge recortado na chapa, com retro-iluminação. Junto ao tecto foi proposto um revestimento com espelho que prolonga as duas abóbadas e solta o balcão do Bar.

A iluminação suspensa da Tom Dixon preenche o espaço, tendo sido propostos três candeeiros dourados na sala da entrada, que com o seu rendilhado produzem sombras nas paredes envolventes, e 7 candeeiros suspensos na sala principal.

Cliente:Ramos Salema     Ano de Projecto: 2016     Fase: Construído

O Prego da Peixaria-Alvalade

O Prego da Peixaria abriu o seu quarto Restaurante no Bairro de Alvalade, na Avenida da Igreja, seguindo a imagem vintage que caracteriza os O Prego da Peixaria. 

A fachada é inspirada nas caixilharias em ferro das lojas de Alvalade de 1960, que juntamente com os pilares em chapa metálica enferrujada e a madeira da faixa superior, resgatada a uma demolição de uma obra no Chiado, transpõem na fachada o imaginário vintage reforçado pelo Mobiliario da esplanada. A Esplanada exterior, a segunda do grupo, tem também um Mobiliario vintage, e um banco de jardim de 8 metros ladeado por floreiras. 

O Restaurante distribui-se em duas salas, a primeira junto à fachada, marcada pela luz natural proveniente da fachada em ferro enferrujado, e pelo seu ambiente child friendly com o quadro de ardósia ao fundo,  as secretárias de criança e o banco corrido de jardim junto à fachada, tendo esta uma relação privilegiada com a cozinha por um envidraçado escondido por um gradeamento de varanda. 

A segunda sala tem um ambiente mais escuro e intimista que contrasta com a luz que entra pela Claraboia sobre o Bar. O Bar de forma quadrada ocupa uma posição central na sala tendo uma Oliveira no meio que traz verde para o interior do Restaurante sendo esta um elemento icónico do Restaurante. O grafitti do artista Gonçalo Mar cuja temática são os elementos típicos de Alvalade como o seu Estádio, a Estátua de Santo António, a parede de portas antigas e o andaime com elementos típicos Portugueses complementam a decoração da sala. 

Cliente: GPR Lda     Ano de Projecto: 2015     Fase: Construído

O Prego da Peixaria-Principe Real

O Prego da Peixaria abriu em Novembro de 2013 e localiza-se junto ao Jardim do Príncipe Real, na Rua da Escola Politécnica 40, num palacete do século XIX. O espaço foi ocupado em tempos como as cocheiras do Palacete. Distribui-se por vários espaços intercomunicantes, o que permitiu criar salas com ambientes diferentes entre si. Um dos espaços tem um tecto em abóbada que se preservou e onde se instalou a cozinha em sistema show cooking com uma relação visual directa com uma das salas. A solução escolhida para a iluminação com luz indirecta tira partido do tecto integrando-o no desenho do espaço. A sala à qual a cozinha está interligada é um pátio interior do Edifício. Tem uma área de 26m2 e um pé-direito de 7 metros dando-lhe uma escala fora do normal, reforçada pela entrada de luz a partir da claraboia que cobre o pátio. Na parede do fundo do espaço foi feito um graffiti da autoria do graffiter Gonçalo Mar que nos remete para o tema da história de Lisboa e do seu símbolo, o Corvo.

O Prego da Peixaria pertence ao grupo do Restaurante SEA ME Peixaria Moderna e irá servir os conhecidos Pregos do SEA ME.

Cliente: GPR Ano de projecto: 2013 Fase: Obra concluída

Pastelaria Agridoce Delicaffé-Luanda

A Agridoce Delicaffé apresenta um conceito de Restauração novo em Luanda ao conciliar o serviço de Take away de comida com um Café.

O espaço desenvolve-se em dois pisos. No piso térreo localiza-se o balcão de Take away e no piso superior o de Pastelaria. A fachada envidraçada funcionará como uma montra para o exterior da vida interior do espaço convidando a entrar.

Na parede lateral da escada que liga os dois pisos foi introduzida uma referência ao logótipo sobre a forma de um padrão de letras afastadas da parede e retro-iluminadas, com as cores do logótipo.

Cliente: Animarket Ano de projecto: 2010 Fase: Estudo Prévio

Centro Comercial Porto GranPlaza-Porto

A implantação do edifício do centro comercial situa-se em pleno centro da cidade do Porto nomeadamente na rua Fernandes Tomás, substituindo um marco industrial na fabricação de tecidos “A Fábrica de Sedas José Francisco Nogueira”

A proposta para o interior do centro segue uma linha de pensamento voltado para uma intervenção de ruptura com os actuais e banais centros comerciais os quais seguem critérios que após um certo período de tempo não mostram nada mais do que estamos habituados a ver. A intenção de “intemporalidade” por nós assumida, remonta-nos a uma época que marcou um ponto charneira no “modus vivendi” do homem moderno. Falamos no período de transição dos anos 50 a 60 onde a vontade de criar e marcar diferença está aliada com o desenvolvimento da cidade funcionalista e mecanizada, onde o homem procurava a todo o momento acompanhar a máquina, onde muitas dessas vontades expressas vêem hoje a luz dia, logo, tornando-as intemporais. Actualmente vemos como essa época deixou marcas profundas na nossa sociedade, tanto na arquitectura onde observamos obras contemporâneas com claras influencias desses mesmos anos, assim como, na moda, no design gráfico e industrial onde constantemente estão a ser reproduzidos objectos que outrora foram réplicas, e estão agora perfeitamente contextualizados no nosso quotidiano pós-moderno.

Os pavimentos, tectos, paredes, sinalécticas e algum mobiliário foram desenhados e concebidos de forma a respeitar as premissas atrás referidas, sempre com a ideia de pontuar o espaço com informações e elementos que remontam à memória e identidade da antiga fábrica de sedas.

Cliente: Martifer     Ano de projecto: 2006     Ano de conclusão: 2007     Área útil: 4000m2     Especialidades: Iperforma (coordenação); Cristiana Pascácio (sinalética e logos); Drª Maria da Luz (Museu da Ciência e Indústria)

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